Arquivo da categoria ‘Adriana Mariano’
Pô, lá vem ela de novo (título por Caio Araujo)
Olá, pessoal!!! Como vão todos nesse preguiçoso mês de férias?
Sentiram a minha ilustre falta?rs.
Já não ando mais mal das pernas como noticiou Caio Salgado em um de seus posts. Nem estou ‘amarga’ hoje, apenas critica.
Senti uma grande melhoria na qualidade das publicações. A maior evolução foi da nossa jornalista Letícia Flávia. Considero que agora ela está mais familiarizada com o setor que cobre. Porém, nem tudo são flores rs. Ainda é necessário lidar com assuntos políticos de uma forma mais delicada e menos esculachada. Podemos e devemos ser críticos, mas com propriedade. Discutir democracia e suas características requer muita cautela, ainda mais se tratamos da política feita em nosso país. Sugiro que busque sempre visões contrárias às suas, para que consiga à medida de seu limite construir informações que coloquem os nossos leitores também a pensarem e questionarem o que vem sendo colocado. Textos com lacunas (dúvidas) às vezes são os melhores, já que não estamos aqui numa dinâmica comercial.
Adorei o vídeo sobre o que é ser jornalista, mas acho que faltou um posicionamento crítico acerca das diversas temáticas que envolvem profissão que ali foram colocadas, como a rotina de trabalho nas empresas de comunicação. Seria interessante também comparar essa mesma rotina jornalística (ou massacre rs) com a de outras profissões muito admiradas e reconhecidas pela sociedade como Medicina, Advocacia e Engenharia. Seria ótimo ver como nós somos alvos do próprio consenso fabricado pela sociedade. Enfim… apenas sugestões que valorizam um texto.
Caio Salgado ou Araújo tem se mostrado muito arrogante em seus posts. Tudo bem que nosso editor é uma grande personagem residente aqui, mas é preciso abaixar a crista desse atleticano. Reconheço que escrever críticas cinematográficas não é nada fácil. Exige de nós um vasto conhecimento dessa vasta produção áudio-visual. Porém, como conheço bem esse editor, percebo que ele só anda comentando coisas que lhe são confortáveis. Isso não é Jornalismo. Você até pode começar falando de um tema que goste, mas não somente de seus filmes e diretores preferidos. Saia dessa zona de coisas arrumadas. Conheço muito bem todos os filmes que você comentou e de todos os post acho que o melhor foi sobre Tim Burton. Acerca de Tarantino, você poderia ter feito algo mais analítico e rico, contando mais sobre as características comuns que existem nos filmes do diretor. Eu odeio Scarlett Johansson e tudo que me lembre Woody Allen, portanto minha opinião não vale muito sobre Encontros e Desencontros, Outra questão é que eu sei que você odeia sites, revistas e programas de TV sobre fofoca, então evite falar da sua própria vida por aqui.
Pode ser legal de vez em quando, mas isso não é Jornalismo. Sei que objetividade é um paradigma ridículo, mas subjetividade escancarada não pode ser critério de noticiabilidade, se não as coisas tornam-se ensimesmadas.
Desculpe… Nos esportes houve uma melhora, trazer os aspectos políticos do nosso circo de cada dia é uma perspectiva interessante e ousada.
Confesso que geralmente os posts de Bruna Cristina me causam preguiça. É muito lindo os tema que ela toca, nos causam reflexão muitas das vezes, mas são chatos. Acho que são temas muito frios em critérios de Jornalismo. Você é a nossa repórter de matérias edificantes, da hora do boa noite dos jornais. Isso é legal, mas não sempre. Busque coisas diferentes. Sobre os doutores da alegria você deveria ter buscado mais informações para informar o seu público e não apenas conscientizar do nosso possível devir. Gostei muito quando a jornalista tratou da questão dos nossos preconceitos, eu mesma me deparei com essa questão esses dias. Eu sinceramente não gosto muito de matérias quietantes que nos dizem sobre ações sociais; admiro sim aquelas que nos deixam inquietos, atônitos com uma informação colocada, que nos faça buscar mais sobre os temas e de preferência pelo jornal no dia seguinte. O Jornalismo não deve espalhar o caos como o personagem do Coringa em Batman- O Cavaleiro das Trevas, mas também não deve ser um conformador social como muitos veículos de comunicação trabalham e querem. Coloque mais desafios na suas colunas. A respeito do Festival de Teatro Musical, eu fui e adorei! Acho que cabe a senhorita sempre comentar algumas peças e shows que divulga. Assim fica mais jornalístico e com menos ‘cara’de publicidade.
E, pasmem!!! O único não jornalista do grupo – e sim, crítico musical – Ângelo Dias, foi o que melhor escreveu de todos os posts. Seu único post atendeu algumas boas ‘regras’ (acho que Jornalismo não deve ter regras, mas algumas já consolidadas são interessantes para disseminar informação e conhecimento) do ato de se escrever bem em veículos de comunicação. Ângelo deixou claro seu tema; origem da musicoterapia; citação de exemplos e funções; uma amostragem em vídeo e a contextualização do tema na nossa cidade de Belo Horizonte, informando onde existia um curso e possível abertura dele. Perfeito!!!! Ele saiu de algo genérico e maior, para uma situação particular, in loco. Isso é um exemplo clássico de Jornalismo! ( já que fiz mil negativas ao longo da minha crítica).
E um alerta a todos: tenha mais carinho aos acentos e vírgulas da nossa Língua Portuguesa. Encontrei diversos erros de redação.
Bom, era isso!
Espero não ter ofendido ninguém. São apenas alguns alertas.
Até o próximo mês!
Beijos!
Eis que fala a Ombudsman
Olá!Como vão todos?
Bem, hoje é o dia do juízo final mensal desse blog!
Primeiro é necessário eu me apresentar, né?
Sou Adriana Mariano e não fui convidada à toa para comentar tudo o que rola aqui. Sou um pouco crítica, como já sabe muito bem Caio Salgado, que insiste em assinar o sobrenome Araújo rs.
Sem mais delongas, direi o que precisa ser dito.
O notícia(in)nútil tem mandado bem ao trazer diversas temáticas para a discussão, porém sinto uma superficialidade e não problematização de algumas questões. Sei que estamos num blog, com mensagens curtas, rápidas, mas algumas reflexões são necessárias.
Na cobertura política faltou maiores explicações para o público acerca das pesquisas políticas e como se dão a aparição de determinadas opiniões públicas. Letícia apenas inseriu as estatísticas de possíveis cenários da política mineira, sem ao menos argumentar criticamente tais perspectivas. Porém, em outro momento, a cobertura nesse setor foi positiva quando trouxe à tona tudo o que os eleitores dizem nos bastidores sobre Aécio Neves, mas não está escrito em lugar algum.
Letícia mandou bem quando trouxe o tema da anorexia na fotografia, porém faltou dizer relacionar com as tão famosas fotografias ditas ‘não-publicitárias’ de Oliviero Toscani, que fez o mesmo há anos atrás sobre o mesmo tema, dentre outros.
Na moda, alguns leitores podem mesmo terem sido desprezados pela jornalista. Faltou uma pesquisa básica de apuração, antes de emitir a opinião de que a moda não faz sentido. Entende-se que a moda pode não ser abrangente para todos, mas isso não quer dizer que essa não represente algo para algumas pessoas.
Na cobertura do fim da obrigatoriedade do diploma faltou mostrar a posição e alguns veículos sobre essas medidas, pois como se sabe, a Folha de S. Paulo sempre alavancou essa decisão. Mostrar todos os atores políticos que facilitaram esse resultado é interessante.
No setor de esportes falta comentar os outras modalidades. Não só de terra e bola vive os leitores desse blog. A Fórmula 1 merecia destaque, assim como o voleibol.
Bruna Cristina tem se mostrado versátil em seus temas, mas andou pecando em seu último post. A abordagem sobre os marginalizados não fugiu de nada do que a mídia tradicional faça. A jornalista os mostrou como ‘coitadinhos’ e vítimas da omissão do sistema. Concordo que seja verdade. Mas, por que não buscar o outro lado dessa situação? Existe alguma felicidade na vida desses? O que eles têm para nós dizer?
Ouvi-los seria uma quebra com o jornalismo padrão, que quase nunca dá voz aos loucos e marginalizados em seus veículos. As verdadeiras vidas que ninguém vê são essas.
Bom, já falei demais!
Espero que não fiquem bravos em demasia ( público e jornalistas).

