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Pô, lá vem ela de novo (título por Caio Araujo)

com 14 comentários

Olá, pessoal!!! Como vão todos nesse preguiçoso mês de férias?

Sentiram a minha ilustre falta?rs.

Já não ando mais mal das pernas como noticiou Caio Salgado em um de seus posts. Nem estou ‘amarga’ hoje, apenas critica.

Senti uma grande melhoria na qualidade das publicações. A maior evolução foi da nossa jornalista Letícia Flávia. Considero que agora ela está mais familiarizada com o setor que cobre. Porém, nem tudo são flores rs. Ainda é necessário lidar com assuntos políticos de uma forma mais delicada e menos esculachada. Podemos e devemos ser críticos, mas com propriedade. Discutir democracia e suas características requer muita cautela, ainda mais se tratamos da política feita em nosso país. Sugiro que busque sempre visões contrárias às suas, para que consiga à medida de seu limite construir informações que coloquem os nossos leitores também a pensarem e questionarem o que vem sendo colocado. Textos com lacunas (dúvidas) às vezes são os melhores, já que não estamos aqui numa dinâmica comercial.

Adorei o vídeo sobre o que é ser jornalista, mas acho que faltou um posicionamento crítico acerca das diversas temáticas que envolvem profissão que ali foram colocadas, como a rotina de trabalho nas empresas de comunicação. Seria interessante também comparar essa mesma rotina jornalística (ou massacre rs) com a de outras profissões muito admiradas e reconhecidas pela sociedade como Medicina, Advocacia e Engenharia. Seria ótimo ver como nós somos alvos do próprio consenso fabricado pela sociedade. Enfim… apenas sugestões que valorizam um texto.

Caio Salgado ou Araújo tem se mostrado muito arrogante em seus posts. Tudo bem que nosso editor é uma grande personagem residente aqui, mas é preciso abaixar a crista desse atleticano. Reconheço que escrever críticas cinematográficas não é nada fácil. Exige de nós um vasto conhecimento dessa vasta produção áudio-visual. Porém, como conheço bem esse editor, percebo que ele só anda comentando coisas que lhe são confortáveis. Isso não é Jornalismo. Você até pode começar falando de um tema que goste, mas não somente de seus filmes e diretores preferidos. Saia dessa zona de coisas arrumadas. Conheço muito bem todos os filmes que você comentou e de todos os post acho que o melhor foi sobre Tim Burton. Acerca de Tarantino, você poderia ter feito algo mais analítico e rico, contando mais sobre as características comuns que existem nos filmes do diretor. Eu odeio Scarlett Johansson e tudo que me lembre Woody Allen, portanto minha opinião não vale muito sobre Encontros e Desencontros, Outra questão é que eu sei que você odeia sites, revistas e programas de TV sobre fofoca, então evite falar da sua própria vida por aqui.

Pode ser legal de vez em quando, mas isso não é Jornalismo. Sei que objetividade é um paradigma ridículo, mas subjetividade escancarada não pode ser critério de noticiabilidade, se não as coisas tornam-se ensimesmadas.

Desculpe… Nos esportes houve uma melhora, trazer os aspectos políticos do nosso circo de cada dia é uma perspectiva interessante e ousada.

Confesso que geralmente os posts de Bruna Cristina me causam preguiça. É muito lindo os tema que ela toca, nos causam reflexão muitas das vezes, mas são chatos. Acho que são temas muito frios em critérios de Jornalismo. Você é a nossa repórter de matérias edificantes, da hora do boa noite dos jornais. Isso é legal, mas não sempre. Busque coisas diferentes. Sobre os doutores da alegria você deveria ter buscado mais informações para informar o seu público e não apenas conscientizar do nosso possível devir. Gostei muito quando a jornalista tratou da questão dos nossos preconceitos, eu mesma me deparei com essa questão esses dias. Eu sinceramente não gosto muito de matérias quietantes que nos dizem sobre ações sociais; admiro sim aquelas que nos deixam inquietos, atônitos com uma informação colocada, que nos faça buscar mais sobre os temas e de preferência pelo jornal no dia seguinte. O Jornalismo não deve espalhar o caos como o personagem do Coringa em Batman- O Cavaleiro das Trevas, mas também não deve ser um conformador social como muitos veículos de comunicação trabalham e querem. Coloque mais desafios na suas colunas. A respeito do Festival de Teatro Musical, eu fui e adorei! Acho que cabe a senhorita sempre comentar algumas peças e shows que divulga. Assim fica mais jornalístico e com menos ‘cara’de publicidade.

E, pasmem!!! O único não jornalista do grupo – e sim, crítico musical – Ângelo Dias, foi o que melhor escreveu de todos os posts. Seu único post atendeu algumas boas ‘regras’ (acho que Jornalismo não deve ter regras, mas algumas já consolidadas são interessantes para disseminar informação e conhecimento) do ato de se escrever bem em veículos de comunicação. Ângelo deixou claro seu tema; origem da musicoterapia; citação de exemplos e funções; uma amostragem em vídeo e a contextualização do tema na nossa cidade de Belo Horizonte, informando onde existia um curso e possível abertura dele. Perfeito!!!! Ele saiu de algo genérico e maior, para uma situação particular, in loco. Isso é um exemplo clássico de Jornalismo! ( já que fiz mil negativas ao longo da minha crítica).

E um alerta a todos: tenha mais carinho aos acentos e vírgulas da nossa Língua Portuguesa. Encontrei diversos erros de redação.

Bom, era isso!

Espero não ter ofendido ninguém. São apenas alguns alertas.

Até o próximo mês!

Beijos!

Escrito por Continuistas

26/07/2009 em 21:02

Ciência e tecnologia – lados do cérebro

com 7 comentários

http://palavraporquilo.blogspot.com/

http://palavraporquilo.blogspot.com/

Boa noite caros visitantes, eu sei que tecnologia normalmente trata de temas atuais e coisas inéditas, mas eu fiz um post tão legal no meu blog antigo, e ninguém leu. Vou escrevê-lo de novo.

Vocês sabem que há partes do nosso corpo que não param de crescer, certo? Exemplos: nariz e orelhas.  E as nossas orelhas, assim como todos os pares do nosso corpo, têm dimensões diferentes. Essa orelha minimamente mais desenvolvida representa, também, a parte mais evoluída do nosso cérebro, e, consequentemente, nossas aptidões para artes ou ciências. Pessoas com habilidade para as artes têm a orelha direita maior, e com habilidade para as ciências têm a orelha esquerda maior.

Assim sendo, basta medir.

Mas essa teoria não é muito bem aceita, porque varia muito conforme o número de puxões de orelha que você leva durante a vida, infecções auriculares, entre outros fatores semi-lamarckistas. Mas vale o registro.

Boa noite e sintam-se livres de mim até a semana que vem.

Escrito por Continuistas

02/06/2009 em 20:33

Meu novo vício

com 5 comentários

Bom dia!! E o galo hein? Ohh céus…Oh azar… mas a vida continua!

Hoje eu vou ser mais específica e restringirei o público-alvo do meu post. Quem não tem o mínimo interesse pela parte técnica da fotografia, hoje não terá interesse neste post.

Ontem fiquei até as tantas da manhã tratando as fotos da Alexssandra (que eu e Di fotografamos no feriadão e que já falei sobre no meu post passado). Na verdade a minha idéia era ligar o pc, instalar o Lightroom e fazer isso só na sexta-feira, mas não deu…Descobri que estou viciada neste software, e não estou sozinha, o Diego também se enveredou pelos caminhos que o Lightroom traça e agora não abre mão dele. O Photoshop está na lista dos esporadicamente usados, enquanto o Lightroom está na lista dos indispensáveis…Ainda mais com a produtora que o acompanha, que faz peles perfeitas não tendo o que tratar no Photoshop (adoro a minha modéstia).

Enfim…mas tem algumas coisinhas sobre o Lightroom que eu descobri antes do Di (além do próprio software, né?hehehehe). Uma destas coisinhas são os presets. Os presets são ‘máscaras’ que dão efeitos diferentes nas fotos. O software conta com uns 15 efeitos (sépia, alto contraste, B&W, foto e envelhecida e outros), mas na internet é possível baixar mais uma infinidade, deixando as fotos com um visual inédito. Para quem interessar, seguem alguns sites confiáveis para download. Em todos estes eu já baixei alguns presets e são muito bons…

Dica de mãe (como diria Wanir): Não baixe tudo o que ver pela frente por que uma boa parte tem efeitos insignificantes ou repetidos, você acaba se perdendo com tantas opções e seu trabalho demora bem mais…

Beijo e até semana que vem… Caso saibam de qualquer novidade do Lightroom me mandem…Bju

Na minha opinião, o melhor site para download é este, pq além de ser bem rápido ele ainda permite que você veja fotos onde os efeitos foram aplicados para não ter que sair baixando tudo o que vê pela frente: http://www.lightroomkillertips.com/archives/presets/

Outros muito bons:

http://www.dudutomaselli.com/lightroom-presets-para-download/ 

http://www.ononesoftware.com/detail.php?prodLine_id=33

Escrito por Letícia Flávia

28/04/2009 em 11:15

Para fotógrafos que querem se tornar profissionais

com 10 comentários

Olá meus amores, bom dia!

Resolvi dar uma de “colunista inadimplente” e postar atrasadinha…

Na verdade, meu post de ontem, estava pronto desde a semana passada, mas acabou não dando tempo de postar…

Enfim, ontem fui para o zoológico fazer uma sessão de fotos da minha prima Alexssandra e estava conversando com o Di (Diego) sobre trabalhar de graça, fazer o que gosta – com gosto, acordar cedo, pegar busão lotado, andar zoológico a dentro e tals, a troco de satisfação sabe? Não digo que gosto de trabalhar de graça não, mas algumas vezes isso é importante para nosso crescimento profissional. Quando você fotografa um amigo, ou alguém da família de graça ou por um valor beeeeeeem abaixo do mercado, você tem mais direito de errar sabe? Você pode aprender com erros e isso é muito importante!!!

Falei sobre o meu post que já tava pronto, mas depois de pensar nisso tudo, cheguei hoje e fui no blog do Vernáglia, que já apresentei para vocês e me deparei com um texto que fala exatamente da minha conversa com o Di, ontem…O que um fotografo tem que passar, que caminhos ele tem que percorrer para começar a ganhar dinheiro com isso….Espero que gostem…bju e até semana que vem!

A porta da frente do mercado

Muita gente me pergunta sobre como entrar no mercado, quanto cobrar pelo trabalho, de que forma conseguir clientes etc. Perguntam de tudo relacionado a esta profissão que executo. Como não sou help desk resolvi concentrar as respostas em um único texto, assim quem quiser saber sobre esses assuntos terá um guia rápido.

Sobre tornar-se profissional, o primeiro passo não é comprar a câmera, mas sim estudar e compreender o que é o mercado de fotografia. Quem compra e quem vende foto, por que uma imagem é usada num anúncio ou catálogo, baseado em que alguém contrata uma pessoa para registrar seu casamento e por aí vai.

Ao analisar esses pontos você compreende que existe algo mais complexo do que comprar câmera e sair “clicando” loucamente. Você terá responsabilidades para com os clientes, deverá respeitar o dinheiro que eles colocam em suas mãos e entregar um trabalho digno.

Assim como alguém entrega sua vida a um cirurgião, o fotógrafo tem em suas mãos o passado e o futuro de algo ou alguém. Ele poderá ser responsável por registrar fatos que não podem ser esquecidos, ou terá a missão de mostrar ao mercado o novo produto recém lançado, a nova moda que chega às lojas ou mesmo as notícias que estamparão capas de jornais.

O fracasso numa dessas áreas pode arruinar as memórias de um evento importante, prejudicar as vendas de um produto e causar demissões na empresa que o lançou, entre outros desastres possíveis quando temos fotos ruins envolvidas. A fotografia é uma profissão de responsabilidade, não se brinca com isso, não se faz testes com isso e não é um trabalho simples.

Se você entendeu direito que a coisa é mais séria e menos encantadora do que parecia, agora é hora do caminho das pedras, mas não prossiga se não concordar ou entender o que eu disse acima, pois o que está dito é verdadeiro e importante, se você acha que não, então não merece ser fotógrafo.

Comece pelos estudos técnicos e estéticos da fotografia, um não vive sem o outro, não adianta saber fotometria, profundidade de campo, foco, tempo de obturador e tantas outras questões técnicas se não souber compor os elementos que vão para dentro do enquadramento fotográfico com harmonia e beleza. Também não adianta ter idéias ótimas se não souber executá-las. Um bom curso básico de fotografia, boas leituras e muito treino iniciam a caminhada. Tempo investido: Entre 6 meses e um ano, não menos que isso pois o conhecimento precisa de tempo para se consolidar e essa consolidação é obtida com treino.

Passada a etapa básica, procure cursos mais especializados, direcionados ao segmento de mercado de seu interesse, se gostar por exemplo de fotografia de moda, busque referências como boas revistas, livros, visite agências de modelos e faça cursos com fotógrafos especializados na área. Tempo investido: aproximadamente um ano, ou mais.

Neste ponto, você será um iniciante, é algo como um estagiário se compararmos com outras profissões, mas já terá noções de um mercado e da fotografia, poderá oferecer trabalho a amigos e conhecidos e também ser assistente de fotógrafos de sua área de interesse.

Sobre ser assistente, entenda: o profissional que lhe der emprego o faz pois precisa de seu trabalho, ele não será seu professor e sim seu contratante, nunca se esqueça disso. Você aprenderá pela vivência e observação, mas terá que trabalhar duro em atividades muitas vezes não relacionadas ao ato fotográfico. O assistente limpa estúdio, vai buscar provas na gráfica, sai correndo para comprar algo que faltou, carrega um monte de equipamento para cima e para baixo, fica no computador descarregando fotos etc. Com o tempo e sendo dedicado pode começar a ter mais participação no trabalho até que vire segundo fotógrafo dentro da equipe ou do estúdio.

Enquanto você é assistente dificilmente poderá ser fotógrafo solo, se tentar, surgirão conflitos de agenda e perderá o emprego facilmente. Dedique-se a este período, não tenha pressa. O período como assistente e fazendo trabalhos para amigos e parentes a preço de custo dura aproximadamente dois anos.

É chegada a hora, se nesse tempo todo você treinou fotografia todo dia, mais de uma hora por dia, se prestou atenção no trabalho do fotógrafo principal para quem trabalha além de ter lido muito para ter preparo técnico e estético, hora de alçar vôo solo.

Levou 4 anos para chegar aqui, é como uma faculdade e neste ponto você é só um iniciante, é o funcionário que acabou de ser efetivado após o estágio, falta muito ainda, mas se fizer tudo desta forma terá agido da maneira certa, estará treinado e apto a entrar no mercado. Com menos do que esses quatro anos de treino e estudo dificilmente você conseguirá sucesso no mercado.

Visite: http://blog.vernaglia.com.br/

Escrito por Letícia Flávia

22/04/2009 em 10:49

Divulgação

com 5 comentários

Olá meus amados amigos… Hoje, por incrível que pareça estou no horário né? Pois é, aproveitando uma brechinha nas tarefas acadêmicas, hoje estou me dedicando a bisbilhotar blogs, sites, e afins e trazer para vocês algumas coisas bem interessantes…Como estou em uma fase apurativa, deixarei com vocês um texto excelente de um fotógrafo chamado Armando Vernaglia Jr. Ele tem um blog super legal, que recebe posts de 15 em 15 dias (minha cara), mas tem muito conteúdo.

Espero que gostem….Grande beijo e até semana que vem com novidades…

Fotógrafo tem Nome

Existe um fenômeno irritante que parece ter piorado de uns tempos para cá, você pode constatá-lo ao folhear as principais revistas e jornais brasileiros, bem como publicações menores e menos importantes.

Em um primeiro momento temos a impressão de que existe um fotógrafo quase milagroso, que consegue publicar fotos das mais diversas, nas mais diferentes pautas e em todas as publicações. Seu nome: Divulgação.

Mas espere um pouco, desde quando divulgação é nome?

 Acontece com uma freqüência absurda. Que uma vez ou outra, na correria do fechamento de uma publicação, não consigam descobrir o nome do autor de uma foto e resolvam colocar o famigerado “divulgação” eu tento entender, mas acontece em quase metade das fotos publicadas, o que mostra na verdade um tremendo desrespeito.

Além de anti-ético, essa atitude é ilegal. O crédito ao autor da imagem é uma obrigação de quem publica, não apenas um direito do fotógrafo. O mesmo vale para ilustradores e cinegrafistas.

Eu não trabalho com fotojornalismo e quase nunca para editoriais em revistas, mas tenho diversos amigos nessas áreas. Constantemente os vejo reclamando que alguma foto saiu com destaque em algum lugar mas sem os créditos. Por medo de perder o já escasso ganha pão a maioria não briga por seus direitos e não processa os publicadores, estes por sua vez, mesmo cientes das obrigações legais, mantêm-se confortáveis pois sabem que os fotógrafos precisam do trabalho.

No mercado publicitário, com o qual convivo diariamente, é raro haver algum crédito ao fotógrafo, mas aqui há uma explicação plausível. De forma geral uma campanha não é fruto de uma pessoa, mas de um processo criativo que envolve diretor de arte, redator, assistente, produtor, designer, fotógrafo e logicamente o cliente. Uma campanha é um produto coletivo e leva a assinatura da agência que reuniu toda a equipe.

É bom que se diga que em alguns trabalhos do mercado publicitário deveria haver crédito, pois existem peças e campanhas totalmente centradas na fotografia. Pelo menos não usam o famoso “divulgação”.

 De volta ao mundo editorial, outro fator importante é que notícia com foto tem maior índice de leitura e atenção do que as publicadas apenas com texto, assim como uma nota de imprensa com foto é sempre um trunfo para as assessorias quando chega a hora de cobrar valores maiores de seus clientes. Por esses motivos passou da hora de valorizarem e creditarem os fornecedores de algo com tamanha importância.

Inicio aqui uma campanha: Fotógrafo tem nome e não é divulgação. Aos amigos leitores, fotógrafos, especialmente os de jornalismo e editoriais, fiquem à vontade para usar o slogan acima, ou este texto inteiro se acharem útil, pois de alguma forma esse péssimo costume de não creditar os autores terá de parar.

Armando Vernaglia Jr

Escrito por Letícia Flávia

03/03/2009 em 11:58

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