Posts Tagueados ‘esportes’
Para os atleticanos
Sim, eu sou atleticano, mas há anos aprendi a curtir com a própria desgraça.
Mesmo sem o apoio popular

Boa tarde povo!
As coisas estão caminhando favoravelmente em favor das Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016 (#Rio2016). Tóquio tem baixo apoio popular, Madri tem uma crise no setor turístico, e a grande concorrente dos brasileiros, Chicago, tem um movimento, atestando que o evento será deficitário (No Games Chicago). Ainda existe um site de cidadãos de Chicago contrários à eleição da cidade americana (http://www.chicagoansforrio.com/). Como se não bastasse, o prefeito da cidade afirmou que o Rio não pode receber o evento, com a justificativa pífia que o Brasil já organizará uma competição esportiva de grande porte: a Copa do Mundo de 2014.
É… acho que dessa vez nem o apoio do Obama salvará os Estados Unidos (#ChupaObama).
Pois é…
Depois de tanto ouvir, por causa da moda, da tática, das convocações. Dunga conseguiu levar o Brasil pra Copa de 2010, três jogos antes e vencendo a Argentina, na casa deles. Em pouquíssimos momentos, a vitória da seleção canarinho esteve em risco.
Eu era um daqueles que, a cada empate em casa, comemorava o fim da “Era Dunga”. E para quem não se lembra, o ponto mais crítico do reinado do sétimo anão foi justamente contra a Argentina, no turno das eliminatórias, num empate feio, 0 a 0, aqui em BH.
Pois é, estamos garantidos na copa, parece pouco, e é mesmo! Na verdade é obrigação da CBF, Ricardo Teixeira, Dunga e dos jogadores. No entanto, as circunstâncias são bastante animadoras. Melhor ainda é ver a cara do Maradona…
Por outro lado, se a situação de Nelsinho Piquet (ex-Renault) já não era nada boa, o Esporte Espetacular de ontem, tratou de piorar a imagem do brasileiro. Além da batida do piloto ter sido tramada, foi treinada também. Tudo pro companheiro de equipe, Fernando Alonso, vencer uma corrida, supostamente, sem importância para o campeonato.
See ya!
Qual o valor de um feito?
Oi povo!
Desculpa não falar de cinema na quinta, mas como alguns já sabem, voltei de viagem e passei uns dias reorganizando minha agenda e arrumando empregos.
Não vou me prolongar muito por hoje. Só colocar em discussão uma questão aqui! O que vale mais? O tal espírito competitivo, ou os prêmios, recordes e tudo mais?
A Suíça Gabriela Andersen há 25 anos deixa Usain Bolt no chinelo. Claro que ele é o homem mais rápido do mundo, mas desde a Maratona Feminina dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984 (a primeira maratona feminina disputada em jogos olímpicos), o espírito de superação é algo inabalável, insuperável. Já as vitórias e marcas espetaculares são batidas a cada competição.
E aí? O que interessa mais? Ser o melhor ou dar tudo de si?
Guerra tecnológica nas piscinas – humanos parte III
Já falei de guerra na quinta-feira, continuo falando hoje, na segunda!
Semana passada, aconteceu o 13º Campeonato Mundial de Natação, em Roma, na Itália. Mais uma vez os recordes deram lugar à discussão dos maiôs utilizados pelos atletas. A FINA (Federação Internacional de Natação) decidiu então regulamentar e proibir os supermaiôs usados, por exemplo, pelo alemão Paul Biedermann, para bater Michael Phelps na final dos 200m livre, passando por cima do recorde mundial.
No último post sobre esportes eu questionei até que ponto a tecnologia priorizava os carros em detrimento do piloto. E agora, até que ponto os tais maiôs auxiliam ou prejudicam? E se na natação pode haver uma, digamos, volta ao passado, exigindo mais do nadador, porque em outros esportes, como a Fórmula 1, cada vez mais o ser humano fica em segundo plano?
Até quinta, de novo.
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Acidentes no esporte – humanos parte II
Boa noite caros visitantes.
Hoje vim contrapor o post da semana passada, que falei sobre atletas acima da média, super heróis, que competem contra eles mesmos.Mas e quando o corpo é colocado à prova? Será que os atletas se expõem demais aos fenômenos da natureza, acidentes e à violência dos adversários? Será que as medidas de segurança são suficientes? As taxas de danos, ferimentos ou até obitos fazem parte de um nível ”aceitável” aos esportes?
Antes de mais nada, os acidentes deixam claro que as pessoas são só pessoas. Nada mais. E quando a velocidade é o principal? E quando baixar os tempos é mais importante? Os atletas ficam à mercê não só do risco natural dos esportes, mas se entregam pelo desempenho, pela marca, escudo ou patrocinadores?
O vídeo da semana, óbvio, é do acidente de Felipe Massa, nos treinos classificatórios para a 10º Etapa do Mundial de Fórmula 1, em Budapeste, na Hungria.
Como a maioria deve saber, o que atingiu Massa foi uma mola da suspensão do carro de Rubens Barrichello. Outro humano, que há anos é crucificado por seus segundos lugares, lentidão, entre outros insucessos e falta de sorte. Mas, mesmo errando, coisas de humanos, sabe? Alguns meios de comunicação colocaram Barrichello como responsável pelo acidente de Felipe Massa.
Abaixo uma charge de péssimo gosto (a meu ver) que saiu no Super Notícia de domingo, 26 de julho de 2009. Até pra mim, que não sou contra um humor negro.
Vejam o vídeo, Massa é atingido por volta do segundo seis. Uma peça de 800 gramas a 250km/h na cabeça de um atleta brasileiro e um chargista faz piada com outro atleta, também brasileiro. Tem alguma coisa errada aí, né? Vamos rever um pouco nossos conceitos e pensar até onde somos engraçados e quando pegamos um pouco pesado demais.
Até quinta, com cinema.
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Fenômenos – humanos parte I
Oi povo!
Vamos falar um pouco de atletismo?
Essa semana estava assistindo à 4ª etapa da Golden League, em Paris. E percebi como essa história de ciclo olímpico está ficando defasada. O que acontece na teoria? Os atletas se poupam e desenvolvem a técnica por 4 anos pra chegarem à ponto de bala nas Olimpíadas e lá quebrarem todos os recordes mundiais. Por isso, além de reunir uma infinidade de esportes, a Olimpíada é importante. Sem deixar de lado as disputas políticas, é claro. A seleção brasileira masculina de vôlei está respeitando essa regra, renovando a seleção para montar um time decente para Londres, em 2012.
E o que está acontecendo? Alguns atletas não pararam para desenvolver técnica, estão buscando melhorar a cada dia os próprios números. Veja o jamaicano Usain Bolt, mesmo largando mal, na chuva, vento contra, venceu com facilidade e ficou a 10 centésimos do próprio recorde mundial de 9s69.
Alguns atletas estão em tal nível que somente os fenômenos meteorológicos podem com eles. Eles correm contra eles mesmos, e têm a responsabilidade de crescer constantemente, deixando a preparação adequada de lado.
Nunca se sabe o que é possível para mim se o tempo estiver bom, o que eu duvido que esteja. Estou levando a chuva anode quer que eu vá. Mas nunca fugi de um desafio. A rivalidade é sempre positiva. É estimulante saber que tem alguém ali que pode me vencer. Disse Usain Bolt ao Globo Esporte.
Agora resta a dúvida, são eles que estão à frente de seu tempo, ou os demais que estão ficando pra trás?
Esportes – Let’s Rock
Olá meus queridos visitantes, como vão todos?
Sabem que dia é hoje? É o Dia Mundial do Rock. E só por causa disso o vídeo esportivo da semana não trata de esportes. Eu poderia falar sobre Rock’n'Roll em um post extraordinário, mas não quis. Eu sou o editor disso aqui.
Enjoy, Gimme Shelter (The Rolling Stones)
Pra quem não sabe, a data é por causa do Live Aid, show de 1985 que revelou a situação miserável a qual o continente africano se encontrava para o mundo. Em 2005, aconteceu no mesmo 13 de julho, o Live 8. O oito é por causa do G8 (sete países mais ricos do mundo + Rússia), que não se preocupa muito com a fome e a dívida externa dos países mais pobres.
Mas vocês estão aí se perguntando, o que isso tem que ver com esportes? Muita coisa meus caros colunistas, comentaristas e visitantes esporádicos que não comentam no blog. Assim como a música, o esporte tem poder, influencia pessoas, cria relações internacionais jamas imagináveis (veja EUA x IRÃ, pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1998), prova que se colocamos todos no mesmo ponto de partida, treinamento e superação tornam homossexuais, deficientes, asiáticos, brancos e negros iguais (vide Jesse Owens calando o Estádio Olímpico de Berlim nas Olimpíadas de 1936); e mostram também que a superioridade racial e preconceitos não deveriam existir porque somos todos compostos da mesma massa atômica, de células, órgãos e sistemas.
Falta atitute, defender ideais através do esporte, não tacando bomba e matando gente inocente. O esporte, assim como a música, está perdendo esse caráter contestador. O Reinaldo (ex-jogador do Atlético Mineiro) comemorava os gols com o punho erguido, em sinal de repulsa ao regime militar. John Lennon imaginou um mundo movido pelo amor.
Mas e agora? Tudo que é abrangente e mexe com a cabeça de milhões de pessoas desperdiça seu potencial questionando quanto o Real Madrid pagou pelo passe do Cristiano Ronaldo? Ou então quanto custou a roupa cheia de diamantes do Michael Jackson, cujo corpo pouquíssimos viram?
Tudo bem que dinheiro é importante, ele move a economia e faz as entidades esportivas, e gravadoras, e clubes e bandas funcionarem. Mas o esporte e a música mudam vidas, criam cidadãos, não forma um bando de idiotas que se matam na fila de estádios para assistir a jogo, ou a show ou a qualquer coisa que seja.
Até quinta com cinema. Desculpa não falar sobre outro esporte. Mas não quero entrar em um lugar-comum, longe das minhas opiniões e somente apresentando resultados aqui.
Sertões 2009

Crédito: Doni Castilho
Boa tarde meu povo.
Ontem era meu dia, mas como a Bruna já postou, acabamos trocando as datas involuntariamente.
Hoje vou desobedecer as recomendações da nossa ombudsman, que não tá bem das pernas. Vou falar de rally, de novo. Mas dessa vez é a maior competição off-road em território nacional.
Não adianta eu aparecer aqui falando de resultado pra vocês. Não faz diferença saber quem ganhou ou não. Mas vale dizer que são 5036 km de prova, fora deslocamentos (trechos não-cronometrados, mas que devem ser percorridos obrigatoriamente pelos competidores). Quatro categorias: carros, motos, camonhões e quadriciclos. Dez etapas, saindo de Goiânia e terminando só em Natal.
Nunca vou me esquecer desta vitória que foi decidida na última especial com uma diferença de um pouco mais de um minuto. Nos anos anteriores tivemos uma folga muito maior e apenas fomos administrando. Não há crise ou dificuldade que possam me afastar disso aqui, corro o Sertões porque é paixão antiga mesmo.
Isso foi o que contou o piloto tricampeão da categoria T4.1 dos caminhões, Edu Piano para o O Positivo, na coletiva dos campeões do 17º Rally Internacional dos Sertões.
Vou vender meu peixe aqui. O AcelerAção tem uma galeria de fotos só dos Sertões 2009. Vale a pena fuçar lá e ver o que é o negócio.
O último, prometo…
Atendendo às reivindicações da nossa querida Ombudsgirl, acabo com o domínio do futebol por aqui…
… na semana que vem.
Hoje não há a mínima possibilidade. Até porque nos vimos diante da final da Copa das Confederações. O Brasil ganhou, como todo mundo deve saber, no melhor jogo do fraco torneio.
Mas vale ressaltar que enquanto o ataque funcionou, Luis Fabiano provou que marca quuando precisa, a defesa deixou muito a desejar, principalmente contra os times mais fracos: três do Egito e dois dos EUA. Claro que a contusão do Juan ajudou nisso. Mas o time armado pelo Dunga, criado para defender, levando tantos gols assim. Tem coisa errada aí.
Ter dois laterais ofensivos ajuda muito a correr atrás do resultado. Mas os dois gols parcados pelos EUA foram: um em subida pela lateral, outro por falta de cobertura dos mesmos.
O ponto positivo é ver que o Brasil treina, de verdade. Tem jogadas ensaiadas, faltas, escanteio. Que esses treinos não fiquem só nas bolas paradas. Com bola rolando é raro ver uma tabela mais trabalhada que, quando acontece, é gol.
Que não se repita o ciclo da Copa de 2006.
Não podemos pensar em favoritismo, mesmo porque ainda tem tempo até o Mundial. Mas temos muito a aprender com a Copa de 2006. A cobrança será grande, mas o grupo está preparado. Só não podemos nos iludir e cair no conto do vigário.
Disse o volante do Panathinaikos (Grécia), Gilberto Silva, ao portal Globoesporte.com.
Até semana que vem, com outros esportes, como ordenou a senhora Adriana de Oliveira.


